
É, ultimamente o universo tem conspirado pra que eu não produza NADA!
Depois de passar as duas últimas semanas de
Julho na casa da minha mãe voltei pra casa e fiquei praticamente uma semana tentando colocar a casa em ordem e as roupas das malas no lugar... não que eu seja tão
lerda, mas lembrem que tenho uma
filhinha de quase dois anos que cada vez mais toma meu tempo; choveu quase quinze dias sem parar; a gripe suína nos rodeava e meu marido ficou tão neurótico que não me deixou nem chamar a
diarista pra me ajudar porque tinha medo de trazer o vírus pra dentro de casa.
Pois bem, coloquei a casa em ordem, desfiz as malas e fui costurar...
comecei arrumando uma blusa do
maridão que posto logo logo e fui começar uma bolsa de
yoga, que é encomenda (isto se a pessoa que encomendou há dois séculos atrás ainda quiser!), e eis que minha máquina começou a fazer um monte de nozeira atrás da costura, tentei regular de todo jeito mas não deu outra, lá se vai a máquina pro conserto onde ficou uns dez dias pra ser regulada.
Quando a máquina voltou meu marido resolveu viajar
denovo, uma semana entre Minas e
Goiânia, e eu como tenho sérios problemas de ficar sozinha, lá fui fazer as malas minhas e da
Florinha para ficar na casa das minhas irmãs.
Mais uma semana em casa e a máquina de costura continuou dentro da caixa do mesmo jeito que voltou da
regulagem... ou vocês acham que a gente volta pra casa e se acha logo? Eu fico que nem barata tonta, perdida dentro da minha própria casa... isto que nesta semana tivemos a ilustre e feliz presença da Conceição, nossa
diarista, que já não vinha a tanto tempo que a
Florinha estava chamando ela de "Com licença"... demos muita risada...
E agora vocês, caros leitores, devem estar pensando... então tá, agora ela está em casa e tudo já voltou ao normal e ela finalmente voltará à sua vida normal...
Ledo engano, estou postando da casa das minhas irmãs
denovo, meu marido teve mais uma folga na orquestra em que ele toca e já foi pra estrada novamente, foi visitar escolas de música em
Joinville e
Florianópolis. Estou me sentindo uma "mulher de
caminhoneiro", sabe aquelas que vêem o marido duas vezes ao mês?...
hahahha... e o pior de tudo é que ainda por cima não tenho coragem de ficar em casa sozinha, então se o marido sai de casa lá vou eu pra casa das minhas irmãs também...
Mas se é assim que o vento sopra, vou erguer minha vela e deixar que ele me leve como quiser, estamos em
setembro e não tem mês mais tranquilo e mais lindo... a primavera chegando, daqui uns dias faço 34... deixa a vida me levar!